sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A importância do bem-estar animal para a sustentabilidade

“O side event, evento paralelo à 19ª CDS, foi uma excelente oportunidade para apresentarmos a diversos stakeholders como a questão do bem-estar animal é essencial dentro da agenda de sustentabilidade global. A WSPA tem trabalhado intensamente para garantir que este tema seja inserido na pauta da Comissão para o Desenvolvimento Sustentável da ONU. A receptividade do público foi ótima e estamos otimistas pela continuidade da discussão em novos fóruns”, destacou o Diretor Regional para a América do Sul da WSPA, Luis Carlos Sarmiento.
Diante dos representantes internacionais, Vicki Hird, consultora de Campanhas de Agricultura Humanitária e Sustentável da WSPA (HSA, termo em inglês), apresentou as cinco recomendações prioritárias da organização para a Rio+20. Ela demonstrou as razões pelas quais o tratamento humanitário aos animais de criação deve ser inserido no centro do debate sobre a produção e o consumo sustentáveis de alimentos em todo o mundo.
“É muito estimulante contar com a presença de pessoas tão influentes na mesma sala, ouvindo e respondendo positivamente à mensagem da WSPA, segundo a qual o bem-estar animal é um ingrediente indispensável à mistura de temas que integram o discurso sobre sustentabilidade”, disse Hird. “Seja sob o ponto de vista da segurança dos alimentos, da sobrevivência de comunidades ou de mudanças climáticas, o zelo pelo bem-estar animal é um aspecto-chave na produção de alimentos em todo o mundo.”
Dentre as reações positivas por parte de representantes de governos, vale mencionar a Costa Rica, que elogiou a WSPA “por manifestar uma posição clara para o evento do Rio – realmente excelente”, e o representante do Panamá, que demonstrou estar “interessado no assunto – já que a criação de animais é um ponto-chave em muitas áreas.” Um representante das Nações Unidas disse que estava “extremamente impressionado com o comparecimento maciço ao evento, e com a forma como a WSPA destacou alguns tópicos essenciais para levar as pessoas a refletirem sobre o tema.” O próximo passo será debater o assunto em uma conferência de maior porte sobre sociedades sustentáveis, agendada para o próximo mês de setembro, em Bonn.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Comida caseira para cães

A  comida caseira para cães é vista por muitos como um perigo, já que a grande maioria dos proprietários de pets acabam escolhendo as rações como principal fonte de alimento para seus animais. Mas com os cuidados certos é possível garantir uma dieta nutritiva e saudável para os cachorros a partir de comidas feitas em casa.
Para oferecer uma boa alimentação com comidas caseiras para cães é importante lembrar que os animais são donos de metabolismos bastante diferentes dos humanos, o que já deixa claro um fator que confunde muitos donos de animais: restos da sua comida não são adequados para alimentar animais.
No caso dos animais acostumados com rações, é importante lembrar que mudanças na alimentação sempre devem ser feitas com cautela e de maneira gradual, evitando problemas como diarréia por exemplo, causada pela introdução brusca de novos alimentos na dieta. Tendo em vista que uma alimentação saudável para cães deve contar com uma proporção de 75% de carboidratos para 25% de proteínas (além de uma visita ao médico veterinário, que pode indicar a dieta mais adequada para seu cão), fica um pouco mais fácil elaborar uma refeição nutritiva para seu pet.
Carne vermelha e órgãos como fígado e rins estão entre as fontes de proteína mais indicadas para incluir na alimentação de cachorros, e devem ser sempre bem cozidos e também triturados, assim como a carne de frango, de ovelha ou atum. Entre os carboidratos, arroz, farinha de trigo, soja ou milho e massas podem ser citados como bons, sendo que legumes como cenoura, brócolis e espinafre (em pequenas quantidades) também podem elevar o nível de nutrição da dieta canina. 
Na administração de comida caseira para cães também é valido lembrar que o preparo deve ser feito em pequenas porções (já que não é indicado que se guarde a comida por mais dois dias), e que itens como chocolates, café, chás, cebolas e ovos crus são proibidos numa dieta canina adequada.


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Animais de circo



Quais atitudes podem ser consideradas maus tratos aos animais?
Além da violência contra os animais, existem outras ações que podem ser classificadas como maus tratos. São elas:Abandono;
  • Agressões físicas, como: espancamento, mutilação, envenenamento;
  • Manter o animal preso a correntes ou cordas;
  • Manter o animal em locais não-arejados – sem ventilação ou entrada de luz;
  • Manter o animal trancado em locais pequenos e sem o menor cuidado com a higiene;
  • Manter o animal desprotegido contra o sol, chuva ou frio;
  • Não alimentar o animal de forma adequada e diariamente;
  • Não levar o animal doente ou ferido a um veterinário;
  • Submeter o animal a tarefas exaustivas ou além de suas forças;
  • Utilizar animais em espetáculos que possam submetê-los a pânico ou estresse;
  • Capturar animais silvestres;

Como ter certeza de que se trata de um dos casos acima?

  • Antes de qualquer coisa, conheça as leis que amparam os animais em casos de crueldade e abandono. Depois, certifique-se de que o problema se trata de um caso de maus tratos.
  • Busque evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas. Se possível, tente conversar com o acusado de agressão, deixando claro que os animais são protegidos por leis.
  • Fotografe ou filme os animais que sofrem maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater e comprovar.
  • Consiga o maior número de informações possível para identificar o agressor. É importante saber o nome completo, a profissão, o endereço residencial ou do trabalho.
  • Em caso de abandono ou atropelamento, anote a placa do carro para levantar a identificação no Detran.
  • Não tenha medo de denunciar. Você será consider
- See more at: http://petmag.com.br/13498/como-fazer-a-denuncia-de-maus-tratos-a-animais/#sthash.YBp0Qu9f.dpuf
Como ter certeza de que se trata de um dos casos acima? Antes de qualquer coisa, conheça as leis que amparam os animais em casos de crueldade e abandono. Depois, certifique-se de que o problema se trata de um caso de maus tratos. Lei Federal Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, a “Lei dos Crimes Ambientais”. Decreto Lei Nº 24.645, de 10 de julho de 1934, define maus-tratos aos animais. Busque evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas. Se possível, tente conversar com o acusado de agressão, deixando claro que os animais são protegidos por leis. Fotografe ou filme os animais que sofrem maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater e comprovar. Consiga o maior número de informações possível para identificar o agressor. É importante saber o nome completo, a profissão, o endereço residencial ou do trabalho. Em caso de abandono ou atropelamento, anote a placa do carro para levantar a identificação no Detran. Não tenha medo de denunciar. Você será considerado somente uma testemunha do caso.  

Quais atitudes podem ser consideradas maus tratos aos animais?

Além da violência contra os animais, existem outras ações que podem ser classificadas como maus tratos. São elas:
  • Abandono;
  • Agressões físicas, como: espancamento, mutilação, envenenamento;
  • Manter o animal preso a correntes ou cordas;
  • Manter o animal em locais não-arejados – sem ventilação ou entrada de luz;
  • Manter o animal trancado em locais pequenos e sem o menor cuidado com a higiene;
  • Manter o animal desprotegido contra o sol, chuva ou frio;
  • Não alimentar o animal de forma adequada e diariamente;
  • Não levar o animal doente ou ferido a um veterinário;
  • Submeter o animal a tarefas exaustivas ou além de suas forças;
  • Utilizar animais em espetáculos que possam submetê-los a pânico ou estresse;
  • Capturar animais silvestres;

Como ter certeza de que se trata de um dos casos acima?

  • Antes de qualquer coisa, conheça as leis que amparam os animais em casos de crueldade e abandono. Depois, certifique-se de que o problema se trata de um caso de maus tratos.
  • Busque evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas. Se possível, tente conversar com o acusado de agressão, deixando claro que os animais são protegidos por leis.
  • Fotografe ou filme os animais que sofrem maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater e comprovar.
  • Consiga o maior número de informações possível para identificar o agressor. É importante saber o nome completo, a profissão, o endereço residencial ou do trabalho.
  • Em caso de abandono ou atropelamento, anote a placa do carro para levantar a identificação no Detran.
  • Não tenha medo de denunciar. Você será consider
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 As grandes atrações dos circos até alguns anos atrás eram os seus animais selvagens domesticados, o publico era atraído pelos elefantes que subiam em banquinhos, macacos que fazem diversos truques, cachorros que dançam e tigres que pulam por arcos de fogo, animais perigoso e selvagens que se comportam como um leão de estimação Entretanto se essas eram as grandes atrações do circo de outrora, hoje essas atuações são muito condenadas e as associações e órgãos de defesa e preservação dos animais tem denunciado sistematicamente os maus tratos que estes animais recebem nos circos.

Os argumentos de quem se opõe ao uso de animais em circos são validos. Esses animais são presos em cativeiro e muitas vezes são maltratados, além de receberem alimentação inadequada, pois a alimentação de um tigre, um elefante, um urso ou mesmo um leão é bastante dispendiosa. Outro argumento valido e real é de que os animais ficam trancafiados em espaços pouco maior do que o próprio corpo a maior parte de suas vidas, pois só saem das jaulas para os treinamentos e para as apresentações, além disso esse grupo pergunta: o que é feito desses animais quando eles não podem mais atuar no circo porque ficam velhos? Se forem soltos na natureza morrerão logo, pois não tem condições de sobrevivência.

Na internet encontramos diversos sites de defesa dos animais, segundo essas organizações esses animais devem ser recolhidos e encaminhados para zoológicos que possam oferecer tratamento adequado aos animais, uma vez que eles não podem mais serem soltos no seu meio ambiente natural, pois não apreenderam a se defender nem a buscar seu próprio alimento. Essas associações e organizações atuam em todo o mundo e defendem a preservação dos animais e da fauna de todo o mundo, atuando contra o trafico de animais o desmatamento a contaminação das aguas e todas as formas de agressão a vida do planeta. Essa com certeza é uma bandeira que vale a pena levantar!
Não contribua para que esse tipo de atitude continue, denuncie, não vá aos circos que exploram animais, pequenas atitudes mudam o mundo ou pelo menos nosso ambiente ao redor.
Além da violência contra os animais, existem outras ações que podem ser classificadas como maus tratos. São elas:
  • Abandono;
  • Agressões físicas, como: espancamento, mutilação, envenenamento;
  • Manter o animal preso a correntes ou cordas;
  • Manter o animal em locais não-arejados – sem ventilação ou entrada de luz;
  • Manter o animal trancado em locais pequenos e sem o menor cuidado com a higiene;
  • Manter o animal desprotegido contra o sol, chuva ou frio;
  • Não alimentar o animal de forma adequada e diariamente;
  • Não levar o animal doente ou ferido a um veterinário;
  • Submeter o animal a tarefas exaustivas ou além de suas forças;
  • Utilizar animais em espetáculos que possam submetê-los a pânico ou estresse;
  • Capturar animais silvestres;
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Como ter certeza de que se trata de um dos casos acima?

  • Antes de qualquer coisa, conheça as leis que amparam os animais em casos de crueldade e abandono. Depois, certifique-se de que o problema se trata de um caso de maus tratos.
  • Busque evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas. Se possível, tente conversar com o acusado de agressão, deixando claro que os animais são protegidos por leis.
  • Fotografe ou filme os animais que sofrem maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater e comprovar.
  • Consiga o maior número de informações possível para identificar o agressor. É importante saber o nome completo, a profissão, o endereço residencial ou do trabalho.
  • Em caso de abandono ou atropelamento, anote a placa do carro para levantar a identificação no Detran.
  • Não tenha medo de denunciar. Você será considerado somente uma testemunha do caso.
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Quais atitudes podem ser consideradas maus tratos aos animais?

Além da violência contra os animais, existem outras ações que podem ser classificadas como maus tratos. São elas:
  • Abandono;
  • Agressões físicas, como: espancamento, mutilação, envenenamento;
  • Manter o animal preso a correntes ou cordas;
  • Manter o animal em locais não-arejados – sem ventilação ou entrada de luz;
  • Manter o animal trancado em locais pequenos e sem o menor cuidado com a higiene;
  • Manter o animal desprotegido contra o sol, chuva ou frio;
  • Não alimentar o animal de forma adequada e diariamente;
  • Não levar o animal doente ou ferido a um veterinário;
  • Submeter o animal a tarefas exaustivas ou além de suas forças;
  • Utilizar animais em espetáculos que possam submetê-los a pânico ou estresse;
  • Capturar animais silvestres;

Como ter certeza de que se trata de um dos casos acima?

  • Antes de qualquer coisa, conheça as leis que amparam os animais em casos de crueldade e abandono. Depois, certifique-se de que o problema se trata de um caso de maus tratos.
  • Busque evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas. Se possível, tente conversar com o acusado de agressão, deixando claro que os animais são protegidos por leis.
  • Fotografe ou filme os animais que sofrem maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater e comprovar.
  • Consiga o maior número de informações possível para identificar o agressor. É importante saber o nome completo, a profissão, o endereço residencial ou do trabalho.
  • Em caso de abandono ou atropelamento, anote a placa do carro para levantar a identificação no Detran.
  • Não tenha medo de denunciar. Você será consider
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Quais atitudes podem ser consideradas maus tratos aos animais?

Além da violência contra os animais, existem outras ações que podem ser classificadas como maus tratos. São elas:
  • Abandono;
  • Agressões físicas, como: espancamento, mutilação, envenenamento;
  • Manter o animal preso a correntes ou cordas;
  • Manter o animal em locais não-arejados – sem ventilação ou entrada de luz;
  • Manter o animal trancado em locais pequenos e sem o menor cuidado com a higiene;
  • Manter o animal desprotegido contra o sol, chuva ou frio;
  • Não alimentar o animal de forma adequada e diariamente;
  • Não levar o animal doente ou ferido a um veterinário;
  • Submeter o animal a tarefas exaustivas ou além de suas forças;
  • Utilizar animais em espetáculos que possam submetê-los a pânico ou estresse;
  • Capturar animais silvestres;

Como ter certeza de que se trata de um dos casos acima?

  • Antes de qualquer coisa, conheça as leis que amparam os animais em casos de crueldade e abandono. Depois, certifique-se de que o problema se trata de um caso de maus tratos.
  • Busque evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas. Se possível, tente conversar com o acusado de agressão, deixando claro que os animais são protegidos por leis.
  • Fotografe ou filme os animais que sofrem maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater e comprovar.
  • Consiga o maior número de informações possível para identificar o agressor. É importante saber o nome completo, a profissão, o endereço residencial ou do trabalho.
  • Em caso de abandono ou atropelamento, anote a placa do carro para levantar a identificação no Detran.
  • Não tenha medo de denunciar. Você será consider
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Além da violência contra os animais, existem outras ações que podem ser classificadas como maus tratos. São elas:
  • Abandono;
  • Agressões físicas, como: espancamento, mutilação, envenenamento;
  • Manter o animal preso a correntes ou cordas;
  • Manter o animal em locais não-arejados – sem ventilação ou entrada de luz;
  • Manter o animal trancado em locais pequenos e sem o menor cuidado com a higiene;
  • Manter o animal desprotegido contra o sol, chuva ou frio;
  • Não alimentar o animal de forma adequada e diariamente;
  • Não levar o animal doente ou ferido a um veterinário;
  • Submeter o animal a tarefas exaustivas ou além de suas forças;
  • Utilizar animais em espetáculos que possam submetê-los a pânico ou estresse;
  • Capturar animais silvestres;

Como ter certeza de que se trata de um dos casos acima?

  • Antes de qualquer coisa, conheça as leis que amparam os animais em casos de crueldade e abandono. Depois, certifique-se de que o problema se trata de um caso de maus tratos.
  • Busque evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas. Se possível, tente conversar com o acusado de agressão, deixando claro que os animais são protegidos por leis.
  • Fotografe ou filme os animais que sofrem maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater e comprovar.
  • Consiga o maior número de informações possível para identificar o agressor. É importante saber o nome completo, a profissão, o endereço residencial ou do trabalho.
  • Em caso de abandono ou atropelamento, anote a placa do carro para levantar a identificação no Detran.
  • Não tenha medo de denunciar. Você será consider
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domingo, 13 de outubro de 2013

Animall Pet Story

 

 A AniMall Pet Story é referência no segmento de Pet Shops garantindo qualidade ambiental e sustentabilidade para o negócio, através de um modelo de gestão onde a excelência dos serviços, produtos e o cuidado nas relações com clientes, colaboradores e fornecedores sejam motivo de reconhecimento e orgulho, porque promove novas normas de valores que privilegiam a autosustentabilidade e o equilíbrio entre os vários sistemas um local cool, holístico e sustentável que integra conhecimento, pensamento e emoção.
  Um espaço de saúde, tratamento, conhecimento e entretenimento para você usufruir com sua família, amigos, e claro, com seu pet.
Calmo e acolhedor, o espaço promove uma grande interação entre clientes e equipe, produtos e serviços, favorecendo e potencializando a relação com seu animal de estimação. 

Acesse o link, para saber mais informações: http://www.animallpetstory.com.br/#!empresa/cvye 

sábado, 12 de outubro de 2013

Acessórios ecológicos

RazorPet lança sua linha de laços e gravatas em couro ecológico. Orval apresenta um eco produto inovador derivado de óleo de soja, que alinha na sua formulação a sustentabilidade do meio ambiente ao bem estar do animal de estimação, já que não possui perfume, respeitando o olfato do animal. Pode ser utilizado para limpeza de ambientes, e na máquina para lavar roupas e acessórios utilizados por cães e gatos.
Indicada para os profissionais de centro estético, a Loção Hidratante Protect Hands da Linha Eco Dog da marca Eco Cosméticos é uma loção não oleosa com tecnologia inovadora que previne e protege as mãos da ação da detergência do shampoo. Os ativos presentes em sua formulação formam um filme protetor que ajuda a pele a resistir aos efeitos do contato continuo com shampoos, sabonetes e água, possibilitando a recuperação da umidade e elasticidade natural da pele.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Para refletir

Nesta semana como de costume e por minha admirável curiosidade, estava procurando algo para descontrair sem deixar de lado os assuntos sérios que abordamos aqui no blog.
Em uma de minhas buscas pela internet, encontrei esta historinha e resolvi compartilhar com vocês afim de fazer um a"pelo" (rs) e solicitar a ajuda de todos no que tange cuidados com nossos amiguinhos e também ao nosso planeta. 
Espero que gostem e assim como eu, possam repensar em como você cuida de seu animal seja qual for a espécie. 

Os créditos do texto é do Médico Veterinário Lélio Costa e Silva.
 Eram 169 pulgas, 38 carrapatos e 75 piolhos. Todos moravam num cão de rua. Naquele “planeta”, os carrapatos preferiam o interior das orelhas, os dedos, a cernelha e as axilas. No dorso, lombo e abdômen viviam as pulgas. Os piolhos no restante. O cão era uma coceira só. Sugavam o sangue inoculando-lhe uma saliva irritante. Dia e noite, domingos e feriados.
Um dia alguém percebeu que o alimento estava caindo de qualidade – um sangue ralo e cada vez mais cor-de-rosa. Seria necessária uma assembléia de todos os moradores.
Na semana seguinte teve início a I Conferência Planetária do Meio Ambiente. O fórum escolhido foi o dorso do animal. Compareceram 292 pulgas, 94 carrapatos e 101 piolhos. Após a aprovação do regimento da Conferência, uma pulga fez uso da palavra:
- Senhoras e senhores, tenho notado uma drástica diminuição dos nossos recursos naturais. O planeta está anêmico!
- As culpadas são vocês mesmos suas pulgas imediatistas… atacou uma fêmea de carrapato entumescida de sangue.
- Que nada, nós até sabemos reciclar…
- Não entendi, interpelou um piolho.
- Nossas larvas, futuras pulgas, são alimentadas com nossos próprios dejetos… isto é ou não é reciclagem?
- Acho que tudo é uma questão política, completou outro carrapato.
E a reunião prosseguiu acalorada.
De repente o “planeta” começou a balançar…
- Efeito estufa? Aumento da temperatura global? Queimadas? Terremotos? Ou efeito do buraco na camada de ozônio?
Na verdade era o cão que se coçava desesperadamente num solitário jequitibá… Ouvindo toda a discussão a árvore tentou ajudar:
- Gente! Vocês já ouviram falar em “desenvolvimento sustentável”?
Todos silenciaram para escutar.
- Antigamente essa praça era uma floresta. Inúmeras árvores de variadas espécies.
Produzíamos flores, frutos, abrigos, sombra e madeira. As folhas mortas e os restos dos animais se decompunham rapidamente com a ação do calor e da umidade freqüente.
Assim todos os nutrientes eram devolvidos à terra-mãe, alimentando-nos e possibilitando o nascimento de novas plantas. Tudo aqui era biodiversidade. Existiam orquídeas, bromélias, cipós e toda a vida animal. As copas amenizavam a queda da chuva que suavemente deslizava entre os galhos. Não havia erosão. De vez em quando cortavam algumas árvores.
Nem precisavam reflorestar. Nós mesmas fazíamos o replantio com a ajuda dos morcegos, frugívoros, cutias, gralhas, borboletas, beija-flores e até do vento. Assim a floresta se AUTO- SUSTENTAVA.
Mas um dia começaram a nos desmatar além da conta… logo fiquei sozinha. hoje virei mictório de cães e de gente. As minhas folhas são impiedosamente varridas. Não têm mais o direito de apodrecer ao pé da árvore-mãe…
- Mas afinal o que é desenvolvimento sustentável? – perguntou um piolho aflito.
- É cada um sugar sem exageros o alimento e dar tempo ao “planeta” de se recuperar…
- Vamos ter que produzir economizando, lembrou um carrapato demonstrando preocupação
- afinal todos nós podemos jejuar mais de um mês…
E a plenária efervesceu. Foram criados manifestos e leis ambientais. Publicaram a “Carta dos Ectoparasitos”. Elegera-se delegados. Todos se comprometeram…
Ao final dos debates já haviam 3.090 pulgas, 2.348 carrapatos, 2.251 piolhos… No dia seguinte, o cão morreu.

Fim.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Cachorro na lixeira?

Aproximadamente existem 20 milhões de cães abandonados no país. Sei que o tempo é corrido, talvez nem tenha percebido um ou dois cães por ai. Então, para deixar de ser um problema social a ONG Cão Sem Dono decidiu fazer uma ação de impacto a população: colocar uma lixeira para cachorros na entrada de um movimentado shopping para bichos de São Paulo.
Da lata saíam latidos e grunhidos, dando a entender aos clientes que, lá dentro, havia cães que foram jogados por seus donos. Ao abrir a lixeira, o alívio: nenhum bicho estava lá dentro. No entanto, uma mensagem avisava que não havia tantos motivos assim para comemorar, já que 20 milhões de animais, naquele momento, perambulavam pelas ruas do país porque foram abandonados por seus donos, como se fossem lixo.
Batizada de Cachorro na Lixeira?, a iniciativa tinha por objetivo fazer as pessoas refletirem a respeito da forma como elas enxergam os animais – que, afinal, não são lixo para serem descartados – e disseminar a mensagem: se você tem um pet, não abandone. Se você ainda não tem, adote.  
A própria lixeira dava sugestões de animais que esperavam por um dono: dentro da lata, a Cão Sem Dono colocou postais com fotos de cachorros que foram resgatados pela ONG e estavam disponíveis para adoção. Sem contar os tantos outros bichos que ainda estão nas ruas à procura de um lar.
Realizada em 2012, a ação teve bastante retorno e, atualmente, concorre a prêmios internacionais de propaganda. Assista, abaixo, ao vídeo da Cachorro na Lixeira?.